#nossafeiradesutentabilidadefoiassim
domingo, 5 de julho de 2015
Feira de Sustentabilidade - O que você faz o Planeta sente
Se nós, seres humanos, fazemos parte de um sistema construído historicamente com os valores e atitudes adotados pelas últimas gerações, e provocamos várias mudanças mo Planeta, será que conseguiremos achar a saída? Pensar com responsabilidade pelo presente e pelo futuro, não só a curto prazo, mas numa perspectiva que supere a lógica de acumulação insustentável, é uma solução possível.
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sábado, 4 de julho de 2015
Quede água? O velório do Planeta em Água Santa I
SUSTENTABILIDADE é o princípio segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação das necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.
Nós fazemos isso? NÃO! Água Santa morre!
O Planeta Morre!
Nós fazemos isso? NÃO! Água Santa morre!
O Planeta Morre!
Esse é o seu velório...
Quede Água? (Lenine)
A seca avança em Minas, Rio, São Paulo
O Nordeste é aqui, agora
No tráfego parado onde me enjaulo
Vejo o tempo que evapora
Meu automóvel novo mal se move
Enquanto no duro barro
No chão rachado da represa onde não chove
Surgem carcaças de carro
Os rios voadores da Iléia
Mal desaguam por aqui
E seca pouco a pouco em cada veia
O Aquífero Guarani
Assim do São Francisco a San Francisco
Um quadro aterra a Terra
Por água, por um córrego, um chovisco
Nações entrarão em guerra
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Agora o clima muda tão depressa
Que cada ação é tardia
Que dá paralisia na cabeça
Que é mais do que se previa
Algo que parecia tão distante
Periga, agora tá perto
Flora que verdejava radiante
Desata a virar deserto
O lucro a curto prazo, o corte raso
O agrotóxico, o negócio
A grana a qualquer preço, petro-gaso
Carbo-combustível fóssil
O esgoto de carbono a céu aberto
Na atmosfera, no alto
O rio enterrado e encoberto
Por cimento e por aslfalto
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Quando em razão de toda a ação humana
E de tanta desrazão
A selva não for salva, e se tornar savana
E o mangue, um lixão
Quando minguar o Pantanal e entrar em pane
A Mata Atlântica tão rara
E o mar tomar toda cidade litorânea
E o sertão virar Saara
E todo grande rio virar areia
Sem verão, virar outono
E a água for commoditie alheia
Com seu ônus e seu dono
E a tragédia da seca, da escassez
Cair sobre todos nós
Mas sobretudo sobre os pobres outra vez
Sem terra, teto, nem voz
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Agora é encararmos o destino
E salvarmos o que resta
É aprendermos com o nordestino
Que pra seca se adestra
E termos como guias os indígenas
E determos o desmate
E não agirmos que nem alienígenas
No nosso próprio habitat
Que bem maior que o homem é a Terra
A Terra e seu arredor
Que encerra a vida aqui na Terra, não se encerra
A vida, coisa maior
Que não existe onde não existe água
E que há onde há arte
Que nos alaga e nos alegra quando a mágoa
A alma nos parte
Para criarmos alegria pra viver
O que houver para vivermos
Sem esperanças, mas sem desespero
O futuro que tivermos
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Quede água
Link: http://www.vagalume.com.br/lenine/quede-agua.html#ixzz3ewXu1ALW
Quede Água? (Lenine)
A seca avança em Minas, Rio, São Paulo
O Nordeste é aqui, agora
No tráfego parado onde me enjaulo
Vejo o tempo que evapora
Meu automóvel novo mal se move
Enquanto no duro barro
No chão rachado da represa onde não chove
Surgem carcaças de carro
Os rios voadores da Iléia
Mal desaguam por aqui
E seca pouco a pouco em cada veia
O Aquífero Guarani
Assim do São Francisco a San Francisco
Um quadro aterra a Terra
Por água, por um córrego, um chovisco
Nações entrarão em guerra
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Agora o clima muda tão depressa
Que cada ação é tardia
Que dá paralisia na cabeça
Que é mais do que se previa
Algo que parecia tão distante
Periga, agora tá perto
Flora que verdejava radiante
Desata a virar deserto
O lucro a curto prazo, o corte raso
O agrotóxico, o negócio
A grana a qualquer preço, petro-gaso
Carbo-combustível fóssil
O esgoto de carbono a céu aberto
Na atmosfera, no alto
O rio enterrado e encoberto
Por cimento e por aslfalto
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Quando em razão de toda a ação humana
E de tanta desrazão
A selva não for salva, e se tornar savana
E o mangue, um lixão
Quando minguar o Pantanal e entrar em pane
A Mata Atlântica tão rara
E o mar tomar toda cidade litorânea
E o sertão virar Saara
E todo grande rio virar areia
Sem verão, virar outono
E a água for commoditie alheia
Com seu ônus e seu dono
E a tragédia da seca, da escassez
Cair sobre todos nós
Mas sobretudo sobre os pobres outra vez
Sem terra, teto, nem voz
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Agora é encararmos o destino
E salvarmos o que resta
É aprendermos com o nordestino
Que pra seca se adestra
E termos como guias os indígenas
E determos o desmate
E não agirmos que nem alienígenas
No nosso próprio habitat
Que bem maior que o homem é a Terra
A Terra e seu arredor
Que encerra a vida aqui na Terra, não se encerra
A vida, coisa maior
Que não existe onde não existe água
E que há onde há arte
Que nos alaga e nos alegra quando a mágoa
A alma nos parte
Para criarmos alegria pra viver
O que houver para vivermos
Sem esperanças, mas sem desespero
O futuro que tivermos
Quede água? Quede água?
Quede água? Quede água?
Quede água
Link: http://www.vagalume.com.br/lenine/quede-agua.html#ixzz3ewXu1ALW
segunda-feira, 29 de junho de 2015
4ª Feira de Sustentabilidade - preparativos
Demos a largada para mais uma Feira de Sustentabilidade. Nossos alunos estão trabalhando nos projetos.
domingo, 28 de junho de 2015
Brigadeiro Faria Lima Get into Rugby
No dia 24/06/2015 Get Into Rugby - Brasil proporcionaram uma tarde enriquecedora para nossos alunos, todos irradiaram entusiasmo e alegria nas atividades, evento muito bem organizado, dinâmico e criativo, nós da EM Brigadeiro Faria Lima agradecemos especialmente aos professores Marcel e Deborah que nos fizeram o convite oferecendo a oportunidade de participar. Parabéns a todos os organizadores e aos nossos queridos alunos pela participação! (Profª Simone Seródio)
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Visita ao Centro Cultural dos Correios - exposição “Robert Rauschenberg – O Inferno de Dante
No dia 24/06/2015 foi a vez dos nossos alunos do 8° ano visitarem a exposição do Inferno de Dante no Centro Cultural dos Correios.
A exposição “Robert Rauschenberg – O Inferno de Dante” promete mexer com os sentidos e sensações dos visitantes. A mostra apresenta 34 litogravuras do artista texano Robert Rauschenberg, produzidas com base nos 34 cantos (poemas) que compõem a primeira parte do livro “A Divina Comédia”, do escritor italiano Dante Alighieri, intitulada “O Inferno”.
Nesta exposição, o público será levado a questionar sobre o comportamento social e instigado a perceber os diversos sentimentos presentes em seus conflitos individuais. Para alcançar esse objetivo, a mostra conta ainda com a interatividade: durante a visita, o público poderá ouvir os 34 cantos de Dante e espalhar 34 sacos, que representam fardos, pela sala de exposição.
Aulão de Rugby
O dia 01/06/2015 foi um Dia especial em nossa escola, EM BRIGADEIRO FARIA LIMA em festa!
O Rugby chegou!
Agradecemos a presença e o carinho do professor Marcel que nos ajudou a "plantar a sementinha"de mais um novo esporte em um dia de experimentação e muitas atividades lúdicas.
Parabéns a todos os alunos pela participação!
O Rugby chegou!
Agradecemos a presença e o carinho do professor Marcel que nos ajudou a "plantar a sementinha"de mais um novo esporte em um dia de experimentação e muitas atividades lúdicas.
Parabéns a todos os alunos pela participação!
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